Na Confraternização das Mocidades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro (COMEERJ), de 2003, houve o primeiro contato entre três integrantes da Acústica do Ser: Grégory, Pierre e Guilherme (os dois últimos já se conheciam desde a infância). Grégory integrava a equipe de música do evento e na ocasião convidou Pierre para participar a partir do ano seguinte. Este convidou Guilherme, e assim os dois entraram juntos para o trabalho.
Durante a COMEERJ do ano seguinte, os três, agora trabalhando juntos no evento, conheceram outro jovem que viria a fazer parte da banda: Mauricio. Neste ano, estimulados com o trabalho de arte no movimento espírita, os quatro passaram a integrar o Coral Espírita Bezerra de Menezes (CEBM), onde conheceram aquela que quase 4 anos depois viria a fazer parte do trabalho: Anastácia. No CEBM, os cinco se conheceram melhor e tiveram um contato ainda maior com a música. Foi durante os trabalhos no coral que surgiu a idéia da banda.
Após alguns meses, Pierre e Grégory adquiriram um grande entrosamento musical e começaram a pensar na possibilidade de montar uma banda. Durante todo o ano foram surgindo idéias, tais como a formação acústica, os instrumentos, etc. No dia 17 de abril de 2005, no intervalo de uma apresentação do CEBM, Pierre e Grégory começam a criar o que viria a ser o primeiro arranjo do repertório da Acústica. Este dia é considerado como o "nascimento" da Acústica do Ser.
Porém, não tinham os instrumentos adequados e nem mesmo os outros integrantes (baixista e percussionista) pra que o trabalho viesse a se consolidar. Pouco tempo depois convidam Guilherme, que nunca havia tocado baixo na vida, para acompanhá-los, com o compromisso de aprender o instrumento. Em seguida, em um ensaio do CEBM, Maurício, que já dominava um pouco a percussão, é convidado a fazer parte da banda, que agora já tinha o nome de Acústica do Ser. ("Acústica" por se tratar de instrumentos acústicos, assim como qualquer coisa relativa a ondas sonoras, e "Ser" referente à interiorização dos sentimentos do ser).
O tempo foi passando; apresentações vieram, e com elas o grupo foi ganhando um pouco mais de experiência. Durante essa pequena jornada, algumas pessoas conheceram o trabalho e muitos se afinaram com ele. Uma dessas pessoas foi Anastácia; desde o começo acompanhou o trabalho com muito carinho, dando sempre apoio à banda. Foi quando surgiu a idéia de incrementar um pouco mais o trabalho, e Anastácia passou a integrar a banda participando dos vocais.
Hoje, nos vemos mais maduros para realizar esse trabalho, que sempre teve e sempre terá como ideal a propagação da doutrina espírita, sobretudo os ensinamentos morais ditados por Jesus, através da música, que sempre foi o elo entre nós. Aos que nos acompanham o nosso muito obrigado e continue conosco!
Saudações acústicas!